Viagens,
gastos com joias, quatro ajudantes em casa e uma obra multimilionária. Segundo
os olhos dos tabloides internacionais, essas extravagâncias, supostamente
creditadas à primeira-dama do Brasil, Marcela Temer, 33 anos, são dignas da
rainha da França, Maria Antonieta.
“O
que Marcela Temer quer, Marcela Temer tem”, é o que afirma o jornal britânico Daily Mail em um artigo que aborda os gastos financeiros da
primeira-dama interina meses antes das Olimpíadas Rio 2016 e em um momento de
crise no País.
“Sua
extravagância e excesso – e frequentemente demandas extraordinárias – são
comuns e vem acontecendo por anos”, afirma ainda o artigo sobre a “bela,
recatada e do lar” Marcela, 42 anos mais jovem que o marido, Michel Temer, 75.
“As
reclamações da população não parecem incomodar Marcela de forma alguma. Apesar
de o País estar em recessão, onde milhões de cidadãos perderam seus empregos e
a cada minuto empresas fecham as portas, a mulher do mais recente presidente do
Brasil recusou-se a ceder seu estilo de vida opulento. Quando Temer recebeu a
posse como vice-presidente em 2011, a residência oficial foi colocada à
disposição do casal. Ela teria exigido uma longa lista de reformas antes mesmo
de concordar em se mudar, sob a alegação de que queria fazer com que seu filho
pequeno ‘se sentisse em casa’. Eles incluíram melhorias na piscina, e tudo foi
pago com o dinheiro público”, destaca o Daily Mail.
O
texto ainda afirma que a primeira-dama frequentemente leva toda sua família
para diferentes países com o único intuito de fazer compras no exterior. E
sugere que todos eles viajam de primeira classe, financiados com o dinheiro
público, segundo o jornal.
O
primeiro encontro do casal também foi mencionado. O romance entre Temer e
Marcela começou em um evento político em Paulínia (São Paulo), no ano de 2002.
Ela teria sido apresentada ao parlamentar quando pediu para tirar uma foto. “A
jovem deixou o evento com uma foto e o número de telefone dele”, diz o Daily
Mail.
Comparada à rainha da França.
Aos
olhos da mídia internacional, a primeira-dama interina brasileira pode ser
comparada à rainha da França, Maria Antonieta, conhecida por suas gastanças
desnecessárias que contribuíram com a crise financeira que antecedeu a
Revolução Francesa e a morte de Luís 16 na guilhotina.
Maria Antonieta entrou para a História como sendo uma pessoa
fútil, despreparada para reinar, pivô de muitos escândalos e manipuladora.
Última rainha da França, ela é uma das figuras mais polêmicas da
História.
Matéria
publicada no jornal “O Sul”, edição de 18/05/16.

