terça-feira, 9 de junho de 2026

 

                                              Projeto chinês -  Ponte Salvador-Itaparica 


"Colônia da China"?

por Vânia Wolff

terça-feira, 28 de abril de 2026

Ladrão do quê?


QUEM DE FATO É LADRÃO: LULA OU BOLSONARO?


"Os bolsonaristas decoraram uma frase: "Lula ladrão". Quando você pergunta "ladrão de quê?", os que sabem relinchar conseguem rosnar duas palavras: "mensalão" e "petrolão". Os que possuem dois neurônios funcionando vão um pouco mais longe. Falam: "sítio", "triplex".


Aí você demonstra que o tal do sítio onde Lula comprou pedalinhos pro neto nunca foi dele e que o "triplex" nunca foi comprado por ele. Daí, voltam a falar "petrolão", "mensalão". Nenhum deles sabe dizer qual o envolvimento do Lula nesses escândalos midiáticos.


Mas tanto no "mensalão" quanto no "petrolão", o presidente do PL, partido de Bolsonaro, Valdemar da Costa Neto, e o ex-ministro-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro, Ciro Nogueira, foram condenados. Ou seja, tanto "mensalão" quanto "petróleo" envolveram bolsonaristas da cúpula.


Falam que Lula foi "descondenado", mas não foi nada disso. Lula jamais teve condenação mantida, porque o julgamento da vara de Curitiba foi considerado incompetente para o caso. Além do mais, todos sabemos que Sérgio Moro sempre fez isso para construir sua carreira política.


Em resumo, o bolsonarista fala "Lula ladrão" não porque o Lula tenha cometido algum crime, mas porque decorou uma frase idiota que lhe dá pertencimento na bolha do ZAP ZAP dos "tiozão do churrasco". No fundo, quanto mais falam "Lula ladrão", menos eles aceitam a realidade de que o verdadeiro ladrão de joias é Bolsonaro, legalmente julgado, condenado e preso."

Por Thomas de Toledo, facebook 27/04/26

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Ditadura em foco

 


Bial, que chamou golpe de 64 de “movimento”, fará papel do golpista Lacerda em filme sobre a ditadura

12 de janeiro de 2026, DCM

“A Conspiração Condor” é um filme brasileiro de ficção, com lançamento previsto para este ano, que se debruça sobre um dos episódios mais sensíveis da história política recente do país.

Dirigido e roteirizado por André Sturm em parceria com Victor Bonini, o longa, estrelado por Mel Lisboa, acompanha a investigação de uma jornalista a respeito das mortes suspeitas dos ex-presidentes Juscelino Kubitschek e João Goulart, ambas ocorridas em 1976, e levanta a hipótese de que os óbitos teriam relação com uma articulação conspiratória.

Além de Mel Lisboa, o elenco reúne Dan Stulbach, Zé Carlos Machado, Douglas Simon, Nilton Bicudo, Maria Manoella e o jornalista Pedro Bial.

Apresentador da TV Globo há mais de 45 anos, Bial teve, ao longo da carreira, participações pontuais no cinema, especialmente como dublador. Ele emprestou sua voz a produções como “Shrek 2” e “Desenrola”. Em 2012, participou do filme “As Aventuras de Agamenon, o Repórter”, interpretando a si mesmo, e, em 2017, assumiu um papel ficcional em “Bingo: O Rei das Manhãs”, no qual viveu o personagem Armando.

Embora o cinema não seja seu principal ofício, foi em 2024 que a atuação ganhou maior destaque em sua trajetória, com a oportunidade de integrar o elenco de “A Conspiração Condor”.

O dado curioso, irônico — e para alguns até mórbido — é o personagem histórico que coube a Bial interpretar: o jornalista e político Carlos Lacerda, símbolo do golpismo da imprensa brasileira.

Lacerda ficou marcado como um dos principais líderes da UDN, orador de discursos inflamados, perseguidor de Getúlio Vargas e defensor entusiasmado do golpe militar de 1964 — e depois traído pelos generais. Jornalista de retórica persuasiva, construiu sua imagem pública como paladino da moral, ao mesmo tempo em que atuou ativamente para a desestabilização de governos eleitos.

 






segunda-feira, 11 de julho de 2022

Algo se move no lodaçal


por FERNANDA TORRES

Em criança, eu costumava ser arrastada pelos meus pais para o Canecão, para assistir aos shows de Chico, Bethânia, Caetano, Gil, Gal e Milton. Pequena demais para entender a situação do país, eu percebia a importância de estar presente, tanto pela insistência paterna quanto pela comoção da turba. Era ato de resistência. Jamais esqueci.
Cinquenta anos depois, numa mesa do Vivo Rio, sou tomada pelo mesmo sentimento de relevância histórica, de potência da arte, frente à brutalidade geral, com "Meu Coco", de Caetano Veloso. A noite me despertou do coma das últimas estações.
"Meu Coco" é contundente, sóbrio, direto, duro, maduro e manemolente. "Meu Coco" é político. O rigor do cenário póstumo de Hélio Eichbauer —cujo esboço foi descoberto por Luiz Henrique Sá no acervo do artista—, somado ao drama da iluminação de Fernando Young emolduram a formação em V dos músicos, com tambores da Bahia e do Rio em confronto com o naipe de teclado e cordas. No centro, a voz, o farol.
O espetáculo traz canções do exílio e do Brasil cu do mundo, para sempre fora da ordem. O "não vou deixar" de uma das composições do último álbum traça o norte do roteiro. A excelência de Caetano em cena, de Kainã do Jêje, Pretinho da Serrinha e Thiago da Serrinha, Lucas Nunes, Hélio e Haroldo de Campos nos lembra de que somos também aquilo, que possuímos poesia, beleza e bossa. Sem samba não pode, ninguém ali ia deixar.
Eu tinha me esquecido da sensação de assistir a um show com público, e cheguei a crer que o hábito se perderia, nesse mundo entocado da peste. As manifestações de rua reduzidas ao alívio cômico dos panelaços, à solidão virtual. Sentada na plateia de "Meu Coco", em meio a outros tantos civis combatentes, senti se firmar o ato de resistência do Canecão da infância.
Algo se move no lodaçal, pensei.
"Portas", de Marisa Monte, marcou meu retorno aos anfiteatros lotados. Mais de 3.000 pessoas encheram o HSBC Arena para cantarem em uníssono os 30 anos de repertório da artista. Marisa voltava para a estrada depois de longa ausência, acompanhada de extraordinária banda, cenário, projeções e figurino de ópera. Cleópatra de "Asterix" em cortejo, ela decretava o fim de um ciclo nefasto.
E muitas das canções de amor da diva, revistas nesses tempos odientos de agora, ganharam sentido diverso. Uma angústia grave, nunca vista, implodiu no salão, ao término do segundo bis. Marisa desapareceu pela coxia, deixando a multidão entregue à própria voz, e a Barra da Tijuca do Vivendas ecoou à capela: "o que a gente fez da nossa vidaaaaaa?". A rotina não nasceu com esse show, mas soou diferente na ocasião.
Algo se move no lodaçal, eu já havia pensado então.
Uma mudança de vento que Renato Terra detectou em "No Entanto, Ela Se Move", no seu blog da Folha. O fim da apatia crônica, depois da surra eleitoral de 2018 e do nocaute da praga de 2019.
Entre os exemplos citados por Terra estão as vitórias da jornalista Patrícia Campos Mello, de Gregorio Duvivier e das deputadas Sâmia Bomfim e Talíria Petrone em ações de injúria e difamação movidas contra Jair, o MBL e Carla Zambelli. Acrescento à lista o afastamento de Pedro Guimarães da presidência da Caixa, a investigação do mercado das bíblias do Ministério da Educação de Milton Ribeiro e o repúdio ao espancamento da procuradora Gabriela de Barros, à conduta da juíza Joana Ribeiro Zimmer e ao assassinato de Bruno Pereira e Dom Phillips.
Para os que procuram os sinais de vida inteligente na Terra, sugiro ouvir Mano a Mano, podcast de Mano Brown que traz, entre tantas pérolas, um papo reto sobre racismo, domesticação, liberalismo e cotas com a filósofa, escritora e ativista Sueli Carneiro.
No horário nobre da novela tem perspectiva ameríndia para milhões, com a mulher onça e o velho sucuri de Pantanal.
Para os que zelam pela família tradicional, é mister conferir o documentário da família Gil, no Prime Video.
Nas letras, Laurentino Gomes lança o último volume de "Escravidão"; Machado de Assis reencarna no Sérgio Rodrigues em "A Vida Futura", e Marcos Nobre disseca a ascensão da extrema direita de Jair em "Limites da Democracia".
Outras bolhas, eu sei, organizam motociatas, difamam as urnas e abrem clubes de tiro. Na melhor das hipóteses, vai ser horrível. Trato, aqui, da ressurreição da bolha à qual pertenço. Depois de quatro anos na UTI, algo se move no lodaçal.

Fernanda Torres
Atriz e roteirista, autora de “Fim” e “A Glória e Seu Cortejo de Horrores”.
Folha de São Paulo, 06.07.22

terça-feira, 28 de junho de 2022


Rita Von Hunty

Por JULIAN RODRIGUES*


Guilherme Terreri acerta ao apontar limitações da candidatura petista, mas erra ao sinalizar que não votará em Lula

Meu primeiro contato com essa figura estupenda – uma drag queen marxista! – foi ao assistir aquele vídeo no qual Dona Rita explica em cinco minutos, sim parcos cinco minutinhos – e com fino humor – o conceito de consciência de classe. Ali fomos apresentados à singela boneca Roxellicksen, que apesar de custar apenas R$ 1,99, acredita ser uma Barbie. Tal vídeo tem um milhão oitenta e um mil seiscentas e trinta e duas visualizações (https://www.youtube.com/watch?v=lmT7H09jR18&t=38s). É genial, simplesmente.

Humor e ironia, mais marxismo, cultura LGBT, arte, aulas densas e acessíveis. Didatismo com rigor teórico. Abordando uma plêiade de assuntos complexos, Gulherme traz sempre um mix de diversão, teoria, conhecimento, política, cultura.

Com talento incomum e repertório amplíssimo, a professora drag queen faz crítica cultural, fala de literatura, politica, dá destaque ao feminismo – em uma perspectiva claramente de esquerda. Guilherme Terreri é graduado em artes cênicas pela UniRio e em letras pela USP. Intelectual jovem e rigoroso, baita educador e artista. Seu sucesso no youtube lhe abriu várias portas – inclusive na grande mídia. A personagem Rita virou estrela de programas televisivos (Drag Me as a QueenAcademia de Drags).

A mim me admira como Terreri maneja sua persona artística, a vocação educadora e a militância política. Não abre mão de falar para muita gente, recusando guetos – o que alguns chamam de raquear o sistema. Rita/Guilherme tem alcançado um delicado equilíbrio: militância socialista, integridade artístico-teórica e inserção na mídia.

Terreri, moço lindo e carismático, que ainda não completou 30 aninhos já ocupa lugar importante em nosso cenário político-cultural. Tem contribuído – criativa e consistentemente – para a formação de ativistas de esquerda, principalmente jovens, mulheres, LGBTI.

Registrando minha identificação e admiração – não posso deixar de dialogar abertamente com Guilherme/Rita. Penso que ele errou ao avaliar o cenário eleitoral e dizer que não votará em Lula.

Sou militante e dirigente do PT. Compartilho com Guilherme/Rita as críticas aos limites da candidatura e do programa que vem se desenhando na campanha Lula-2022. É urgente um governo de esquerda. Com plataforma democrático-popular – comprometido com reformas profundas (reforma agrária, reforma urbana, dos meios de comunicação, reforma política, reforma do Estado, investimento público para gerar emprego).

Não bastará tão somente desfazer as maldades do neofascismo e do neoliberalismo. Não será suficiente vencer Bolsonaro nas urnas – o que também não vai ser fácil. Um novo governo Lula tem de reconstruir sim – mas também transformar radicalmente o país. Avançar na direção de transformações estruturais– apontar para o país um horizonte novo.

Assim como Rita/Guilherme, também sou crítico à aliança do PT com Geraldo Alckmin e aos acenos que Lula faz às classes dominantes (supostamente democráticas). Uns tais setores do andar de cima que não sabemos direito nem quais são e muito menos se aceitarão de fato um governo progressista.

Por outro lado, não dá ignorar o tamanhão do desafio. Derrotar o neofascismo é urgência, máxima prioridade, uma batalha duríssima. O melhor caminho para fazer avançar mais o programa passa por disputar por dentro dos partidos e da campanha. Ou seja, incidir interna e publicamente nos rumos dessa caminhada, mas sempre a partir de uma adesão orgânica: Lula-2022.

A movimentação pró-Lula tem tudo para se transformar em uma onda gigante, massiva. Um amplo movimento civilizatório, democrático, diverso, popular, nacionalmente enraizado – campanha política e cultural, capaz de convencer, seduzir e movimentar milhões Brasil afora.

Praticamente todos setores progressistas da sociedade brasileira (partidária e social) estão desde já engajados na campanha Lula-Presidente – exceto, ao que parece, PCB e PSTU. O PSTU lançará a candidatura presidencial de Vera Lúcia (que teve parcos 55 mil votos em 2018 e não se elegeria nem deputada federal). O PCB apresenta como candidata Sofia Manzano (quem?).

Com todo respeito a ambas companheiras, é triste pensar no papel que estão a desempenhar e na votação ridícula que alcançarão. Tenho sinceras dificuldades em compreender o sentido dessa tática supostamente de autoconstrução – que de fato nada constrói, só isola estigmatiza PSTU e PCB.

Voltando. O sábio Tio Ben ensinou ao jovem Peter Parker, futuro Homem Aranha: “grandes poderes trazem grandes responsabilidades”. Guilherme/Rita é gigante. Tem poder e muita responsabilidade. O alcance imenso de sua voz não combina, portanto, com flertes a setores sectários – ou com acenos simpáticos para vanguardinhas auto-proclamatórias.

Gui Terreri: nunca te vi, sempre te amei. Sou teu fã e continuarei sendo. Vamos conversar sobre estratégia/tática/programa/partido, luta social e luta partidária, limites da democracia burguesa, 2022, o que fazer nos próximos anos, a urgência de eleger Lula?. Como melhor fazer os tensionamentos à esquerda – e sobre literatura, vida e arte?

O destaque que o PIG – Partido da Imprensa Golpista – deu à posição “anti-Lula” da Rita/Guilherme é gritante evidência tanto do tamanho do erro quanto da dimensão da Rita. Dessa vez nossa diva, nosso intelectual orgânico não acertou.

Queremos mais, merecemos mais. Guilherme tem toda razão. Avançaremos muito pouco se o governo Lula for manietado, se tiver horizontes rebaixados, se não mobilizar os movimentos sociais para enfrentar os neoliberais e neofascistas.

Qual o melhor caminho para fortalecer a estratégia, a tática e o programa socialista no Brasil? Como edificar um polo de esquerda, revolucionário com estrutura, militância e inserção nas massas? Quais as alianças, qual o programa, qual a melhor tática? Como derrotar o neofascismo, articulando luta social e luta institucional? É um baita debate, Guilherme. Votar no PCB não ajuda em nada, cá entre nós.

Modestamente, proponho à Guilherme Terreri, certo pragmatismo, pensando mesmo em autodefesa. Como gays militantes de esquerda somos alvos prioritários das hordas bolsonaristas. Vamos nos jogar na campanha Lula, disputar “por dentro”? E injetar mais marxismo, mais feminismo, mais cultura, mais direitos humanos, mais diversidade sexual, mais, mais, mais. ..

Bora lular logo Dona Rita. Beijos com admiração.

*Julian Rodrigues é professor e jornalista. Ativista LGBTI e de Direitos Humanos; foi coordenador de políticas LGBT da prefeitura de São Paulo (governo Haddad).

Fonte: A terra é redonda eppur si muove

Contextos: Opinião





Contextos: Opinião: 👀 "Na Marcha para Jesus, Bolsonaro volta a insinuar que não aceitará derrota para Lula". Em seu discurso, ontem, no evento religi...

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

 

COMUNISMO

e uma APOSTA,

para quem tiver honra e coragem.


por Francisco Marshall *

 

O que é COMUNISMO? O regime comunista tenta suprimir e superar a luta de classes por meio da posse ou controle estatal dos meios de produção. No século XX, ele foi implantado em muitos países por meio de revoluções e consolidado em regimes totalitários, que usaram violência para conservar este poder.

 

Nas sociedades capitalistas, como as da Europa e, parcialmente, a nossa (um capitalismo cartorial e viciado), os movimentos comunistas e socialistas, organizados em partidos e sindicatos, e por meio da opinião pública, pressionam o regime capitalista para que este seja mais humanizado, e se transforme para melhor. O capital, por si, não leva em conta demandas sociais. Quem as defende ajuda a sociedade a evoluir para um mundo mais equilibrado e com menos violência. No caso do Brasil, isso inclui o combate à iniquidade, nosso maior flagelo.

 

Na Europa, especialmente, esta pressão socialista e comunista, desde o século XIX, domou a selvageria do capitalismo e consolidou formas do Estado com respeito à livre iniciativa e à liberdade democrática. É a promessa da social-democracia, que se realizou por via fiscal e política nos países que hoje detém a maior qualidade de vida. Isso inclui todos os países europeus, especialmente os mais prósperos. Eis porque o maior intelectual da história do Brasil, Antônio Cândido de Mello e Souza (1918-2017), declarou, em célebre entrevista: "o socialismo é uma ideologia triunfante". Porque ajudou o capitalismo a se aperfeiçoar, tornando-se menos desumano.


Em lugar nenhum do mundo candidaturas eleitas por partidos socialistas ou comunistas alteraram a base econômica e jurídica do sistema capitalista. Pelo contrário, evitaram que esse regime siga sem limites a sua vocação, de promover violência, degradação ambiental, concentração de renda e privilégios e desigualdade social.

 

Diante disso, eis minha aposta. Vejamos se aparecem para disputa-la as corajosas e os corajosos que não cessam de vociferar contra o comunismo:

 

Abaixo está o link para o programa de governo de Manuela e Rossetto. O desafio é bem simples: o primeiro que encontrar, indicar e justificar de modo razoável a presença de medidas comunistas neste programa, ganhará uma nota de R$100,00, paga por mim, que sou um socialista de iPhone (um SE modelo 2017) e ainda tenho R$100,00 para esta finalidade; mas estou seguro de que não vou desembolsar um centavo. E se você confundir assistência social com comunismo, vá pra o fim da fila e avance de joelhos, repetindo "preciso aprender os fundamentos, preciso aprender os fundamentos..."

 

https://manuela.poa.br/proposta/aportoalegrequequeremos/

Aliás, parabéns, querida Manu D'Ávila, pelo excelente - maravilhoso programa, muito moderno, sensível e promissor.

 

E o que eu ganho nesta aposta?

Muito. O esclarecimento de meus concidadãos e de minhas concidadãs é muito valioso. E se alguns e algumas deixarem de bradar esse besteirol anticomunista, todos ganharemos, e poderemos, a seguir, discutir o que importa, as boas ideias para a cidade e os métodos para realiza-las.

 

Evidentemente que o perdedor ou perdedora desta aposta, se tiver vergonha na cara, mudará seu voto, e deixará de vociferar de modo ignorante essa chinelice de atacar comunismo onde não há. Já chega de desinformação e insensatez, não?

 

Aproveitem para ler o programa de Manuela, é excelente, repleto de boas ideias, muitas delas extraordinariamente favoráveis aos empreendedores e à livre iniciativa, todas perfeitamente democráticas.

 




Imagem: como identificar uma nota falsa de R$100,00. Aproveite para identificar o que é falso e o que é verdadeiro em sua opinião política. Faz parte do jogo, ninguém nasce sabendo.


* Historiador, arqueólogo e professor da UFRGS

texto publicado no facebook, em 24/11/20