Ariel Gil II , de Lisboa, Portugal
Desculpem a qualidade da imagem,
mas achei curioso/interessante tirar uma foto deste papel que vi dentro de um
bar hoje, aqui em Lisboa.
Você pode analisar de diversas
formas, mas ambas as que eu analisei corroboram com algumas coisas que eu penso.
Importante lembrar que sou apartidário e busco minha ideologia própria, sem
olhar para movimentos de esquerda e de direita. Então, cito dois pensamentos
meus, que vocês podem concordar ou não:
1 - Os "instrumentos"
podem ser grupos que formam a maioria das pessoas
(ou não) de uma classe social, região, religião, etnia ou compreendidos em
diferentes carreiras profissionais - todos tem seus interesses próprios e
querem menos impostos também (o que as diferencia, pois há menos, ou mais,
impostos dependendo dos seus bens físicos e financeiros).
2 - As maiores armas de um
político que faz sucesso, hoje, no Brasil são os seus "inimigos",
porque eles (os políticos) sabem como provocar reações de quem não pensa como
eles - buscando argumentos graves contra as ideologias de diferentes religiões,
opções sexuais, ou classes sociais/carreiras profissionais; e consequentemente,
dando mais visibilidade ainda (pra não dizer "publicidade") para
estes políticos.
3 - Você já parou pra pensar na
influência que isso pode causar à favor do preconceito e da incitação ao ódio,
dentro de uma sociedade como a nossa? E
que ainda não possui ferramentas suficientes que lhe permitam, por exemplo, ter
um ensino público de extrema qualidade, não dando a oportunidade para muitos
jovens saberem discernir a ciência da religião?
Onde eu quis chegar com tudo
isso?
Demonstrar minha opinião sobre a
maioria dos políticos que vejo em todo o sistema brasileiro, sem esquecer que
independente de onde você viver, interesses empresariais estarão presentes.
PS: Curto Nietzsche, mas é foda
saber que o nome dele, para muitos, poderia ser interpretado textualmente como uma risada.

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